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Quatro Reizinhos

Uma mãe obsessiva, um pai muito stressado e 4 filhotes. O mais velho hiperativo, o segundo com um feitio muito particular e dois bebes gemeos. Tanta cabeça debaixo do mesmo tecto não pode dar coisa boa.

Quando o coração diz uma coisa e a cabeça outra

Por vezes na vida vemos-nos confrontados com situações, ou decisões, em que a cabeça e o coração não se entendem. Nem sempre é fácil perceber qual o caminho que devemos seguir. Devemos seguir o coração que nos indica que devemos avançar e preocupar com as futilidades depois? Devemos seguir a cabeça que nos adverte de todas os contras da nossa decisão?

Devemos seguir o coração e viver tudo intensamente ou devemos ouvir a nossa consciência que nos diz que o mundo não acaba hoje?

Durante anos na minha vida coloquei o coração para segundo plano. Todas as decisões foram muito bem ponderadas antes de serem tomadas ou postas de parte. Muitas foram as coisas que não fiz ou adiei à espera de uma altura melhor. E se não houver uma altura melhor? E se não houver amanhã?

Cheguei a uma fase da vida em que vejo que afinal a vida nem sempre é longa como esperamos. Cada vez mais vemos amigos e conhecidos lidar ou sucumbir a doenças. Pensamos para nós se aquela pessoa viveu tudo o que queria? Provavelmente não aliás tinha toda uma vida pela frente. Pensamos que afinal as coisas que achamos tão importantes não o são afinal. Pensamos que deveríamos ouvir mais vezes o coração. Não digo que o devamos seguir sem olhar para trás mas, se calhar, devemos dar-lhe uma hipótese. Devemos, talvez, tentar um entendimento entre o que a cabeça e coração dizem. Um meio termo que nos permita seguir os nossos sonhos mais loucos sem que isso signifique ficar falido ou a dormir debaixo de uma ponte.

 

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