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Quatro Reizinhos

Uma mãe obsessiva, um pai muito stressado e 4 filhotes. O mais velho hiperativo, o segundo com um feitio muito particular e dois bebes gemeos. Tanta cabeça debaixo do mesmo tecto não pode dar coisa boa.

Nem quis acreditar no que vi ontem

Depois de mais de uma semana fechados em casa alguns bens essenciais começavam a faltar. Não tive outro remédio se não sair para ir às compras. Cheguei à porta do supermercado dez minutos antes da hora de abertura, entrei sem problemas e não vi nada de anormal. É certo que alguns bens desapareceram ou foram, estratégicamente, trocados pelos similares mais caros mas só compra quem quer. Eu acabei por não trazer certos produtos porque me recuso a pagar bens inflacionados. Talvez, num futuro próximo, terei que o fazer mas só quando não conseguir evitar.

No entanto o que mais me espantou foi a situação que vi quando saí do supermercado. 

Ao sair do estabelecimento vi uma mãe com duas crianças a passar a fila de pessoas para falar com o segurança. Senti pena daquela mãe que se via forçada a levar as crianças consigo, uma ainda de colo e outra que não teria mais que 3 anos. Enquanto avançava para o carro vi um homem com um carrinho aproximar-se da entrada. Estranhei o facto e observei um pouco. Percebi que a mãe que tinha passado por mim e que tinha entrado no supermercado tinha parado a poucos metros da porta à espera. O homem explicava algo ao segurança enquanto apontava para a senhora e as duas crianças. O segurança limitava-se a abanar a cabeça recusando deixar o homem entrar.

Afinal a pobre mãe que se via obrigada a ir às compras com as crianças não estava sozinha. Fiquei chocada. As pessoas continuam a fazer o que bem entenderem sem pensar nos resultados das suas acções. 

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