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Quatro Reizinhos

Uma mãe obsessiva, um pai muito stressado e 4 filhotes. O mais velho hiperativo, o segundo com um feitio muito particular e dois bebes gemeos. Tanta cabeça debaixo do mesmo tecto não pode dar coisa boa.

Ó Rodrigo!

O marido ficou um dia em casa dom os pequenos. Cheguei a casa e:

- Ó Rodrigo o que aconteceu aos meus morangueiros?

- Nada. Ninguém lhes mexeu.

- Mexeu sim que eles não estão do mesmo jeito. Estão todos amachucados deste lado. Parece que alguém se sentou aqui em cima ou que aconteceu outra coisa.

- Não! Ninguém lhe mexeu.  Espera, se calhar...

- O que foi?

- Acho que já sei porque motivo a escavadora estava toda suja.

- Como assim?

- Chegaram ao pé de mim com a escavadora cheia de terra e eu não percebi o que tinha acontecido. Agora já entendi que estiveram a lavrar a terra.

Subo as  escadas e:

- Ó Rodrigo o que aconteceu ao candeeiro?

- Qual candeeiro?

- O que está na parede do nosso quarto.

- Ninguém lhe mexeu.

- Então porque é que está quase a cair da parede?

- Como assim?

- Anda ver está arrancado da parede, até as buchas estão a sair.

- Aqueles sacanas são terríveis.

Acho melhor nunca mais deixar pai e filhos em casa caso contrário ainda deitam a casa a baixo.

 

 

 

Encruzilhadas da vida

Por vezes, quando pensamos que a nossa vida segue pelo caminho certo o destino resolve brincar connosco. Seguimos a estrada que é a vida e deparamos-nos com uma encruzilhada. Dois caminhos para escolher sem saber bem qual escolher. Ambos com prós e contras. A duvida instala-se em nós e ficamos ali parados na encruzilhada sem coragem para dar o passo em frente. 

Imaginamos como será a nossa vida se seguirmos o caminho A ou B com a expectativa de uma decisão. Contudo a decisão é mais difícil do que parece. Optamos por racionalizar as coisas, pesar os aspectos favoráveis e desfavoráveis de cada percurso mas nem sempre a balança fica desequilibrada.

Optamos então por pedir auxilio aqueles que são importantes para nós e que sofrerão, ainda que indirectamente, com a nossa escolha. Mas o que se diz a uma pessoa numa encruzilhada da vida? Não podemos escolher por ela. Não podemos dar uma opinião concreta porque isso pode levar a uma escolha e se a escolha se revelar a incorrecta? Não queremos esse peso na consciência. A única coisa a fazer é ajudar o nosso amigo ou companheiro a analisar a situação com outros par de olhos. E se mesmo assim não existir um consenso temos que o incentivar a escolher. A escolha final terá que ser do protagonista mas pode ficar tranquilizado sabendo que terá sempre alguém do seu lado para o bom e para o mau.

Assim perante as encruzilhadas da vida apenas nos resta escolher um caminho e seguir viagem. Não vale olhar para trás nem pensar como teria sido se tivéssemos optado pelo outro. Temos que continuar a caminhar sabendo que escolhemos aquele caminho e agora teremos que fazer tudo para que corra bem.

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