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Quatro Reizinhos

Uma mãe obsessiva, um pai muito stressado e 4 filhotes. O mais velho hiperativo, o segundo com um feitio muito particular e dois bebes gemeos. Tanta cabeça debaixo do mesmo tecto não pode dar coisa boa.

Quando um estranho nos presta auxílio

Na segunda-feira a minha carrinha não quis funcionar. Mais de uma semana parada fez com que a bateria ficasse sem carga. Eu bem que tentei dar à chave mas sem grande sucesso. De seguida resolvi tentar empurrar o carro pelo acesso da garagem mas sem sucesso. A estrada não tem inclinação suficiente para o carro pegar. Acabei por me resignar e telefonar ao marido. Ele disse que ia sair do trabalho para me vir dar uma ajuda. Passados cinco minutos telefonou-me para me dizer que um senhor ia ao meu encontro dentro de dez, quinze minutos.

Não me perguntem quem era o senhor porque não faço ideia. Nem eu nem o marido. Foi um daqueles casos que alguém conhece alguém que conhece alguém...

A verdade é que o senhor lá apareceu com uma máquina para dar carga à bateria. Tratou de colocar o meu carro a trabalhar com um sorriso no rosto. Na verdade salvou-me o dia sem esperar nada em troca. Eu agradeci imenso afinal um inicio de dia que poderia ter sido desastroso acabou por se tornar num dia bastante bom.  Tudo graças à generosidade de um estranho.

Parece que cheguei aos 34

Faz hoje exactamente 34 anos que a minha mãe sofria para dar à luz uma bebé que nada tinha de pequena. Felizmente tudo correu bem para nós as duas e aqui estamos hoje.

Sim, hoje é o meu aniversário! Os planos? Os planos são espetaculares. Aproveitar o dia que meu patrão oferece a todos os empregados. Como está um dia maravilhoso de chuva vou colocar os rapazes na escola, voltar para casa, trocar a roupa por um pijama e passar o dia deitada no sofá, enrolada numa manta a ver séries até cair para o lado.

Digam lá que não estão com inveja 😂

 

Deu para matar saudades

Foram quatro dias intensos, cheios de emoções. Quatro dias em que tentámos matar saudades da ausência de cinco anos. Nem acredito que passaram cinco anos desde que tínhamos pisado aquele solo e respirado aquele ar. 

Desde o nascimento dos gémeos que o tempo passa a correr, entre doenças e trabalhos não houve tempo para voltar.

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Finalmente tivemos uns dias e resolvemos voltar. Os rapazes adoraram a liberdade e nem queriam vir embora. Eu própria vim dividida. Com saudades de casa mas com vontade de ficar mais. 

Finalmente a falta de televisão, telefone e internet acabou por falar mais alto. Voltamos a casa mas não sem antes ter tido a experiência toda. Tivemos banhos de regador com água aquecida no fogão a lenha.

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 Tivemos noites aquecidas pelo calor do fogão. Comemos assados, grelos acabados de apanhar. Comemos broa e mais broa porque ė única da região. Compramos tudo o que é produtos regionais para ajudar a matar as saudades.

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Voltamos  mas já temos saudades e fica a promessa de voltar no verão. Estou desejosa de levar os pequenos a tomar banho no rio.

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