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Quatro Reizinhos

Uma mãe obsessiva, um pai muito stressado e 4 filhotes. O mais velho hiperativo, o segundo com um feitio muito particular e dois bebes gemeos. Tanta cabeça debaixo do mesmo tecto não pode dar coisa boa.

TAG - TRADIÇÕES DE NATAL

Vanessa desafiou-me para responder ao Blogmas 2015 que é sobre as Tradições de Natal. Para variar estou um pouco atrasada nas respostas mas como estou de férias ninguém leva a mal.

 

01. Quando é que o Natal começa para ti?

Por norma o Natal começa cedo por aqui. No meio de Novembro já não falamos noutra coisa e já estamos em preparativos. Claro que com tantas crianças não poderia ser de outra forma.

 

02. Qual é o filme de Natal que tens mesmo de ver?

Sozinho em casa II. Adoro! Já tem imensos anos, já o sei de cor mas rio-me que nem uma perdida de cada vez que o vejo. O melhor é que, da ultima vez, vi o com o Guilherme que também adorou. Quem sabe este ano possa partilha-lo também com o Leonardo.

 

03. Fazes um bolo de Natal ou compras?

Cá em casa só eu é que gosto de bolos de Natal pelo que nem faço nem compro. Por norma, a minha mãe divide um bolo Rei comigo porque o meu pai também não gosta.

 

04. Quando é que montas a Árvore de Natal?

Por norma a meio de Novembro já está montada. Gostamos tanto da árvore que achamos um desperdício montá-la apenas por um mês. É tão bom ouvir os mais velhos a pedir para ligarem as luzes. 

 

05. Tens uma Árvore de Natal verdadeira ou falsa?

Por muito que adorasse ter uma verdadeira as minhas alergias não me permitem. Estou resumida a uma falsa mas decorada com muito amor.

 

06. Quando é que começas a ouvir músicas de Natal?

Cada vez mais cedo. Este ano tenho a impressão que em Outubro já se ouviam musicas de Natal nas zonas comerciais.

 

07. Usas sempre as mesmas decorações de Natal todos os anos ou compras novas?

As decorações que tenho actualmente são as que comprei à oito anos atrás quando fizemos a primeira árvore. Chamem-me forreta mas a verdade é que adoro a história que aqueles enfeites lembram. Pego num sino semi-mordido e lembro-me que o Gui o mordiscou em pequeno. Pego numa bola amachucada e recordo que o Leonardo a amolgou em bebé. Claro que para o ano temos que comprar coisas novas porque tivemos muitas baixas este ano.

 

08. Como passas a noite da véspera de Natal?

Em família. Durante anos passava-se cá em casa com os pais, sogros, avós, irmãos e alguns tios e primos. Os últimos anos têm sido passados em casa da prima, devido a uma doença do meu tio. Como vêm, nada nos impede de estar todos juntos  porque isso é o que importa neste dias.

 

09. Calendário do advento ou não?

A única coisa que temos cá em casa são os calendários de chocolates para os mais velhos.

 

10. Deixas um lanche para o Pai Natal e as renas?

Não temos esse hábito. Afinal o pai Natal já têm um peso acima da média pelo que não precisa de mais uma bolachinhas. Apenas colocamos os sapatinhos na lareira.

 

11. Como é que o Pai Natal entra na tua casa?

Desce pela chaminé da lareira. Apesar dos mais velhos perguntarem como é que ele passa por uma coisa tão estreitinha.

 

12. Que cheiros te fazem lembrar do Natal?

O cheiro de maçã e canela, o cheiro a erva doce. O cheiro dos fritos ( sonhos, rabanadas, filhoses).

 

13. Como passas o dia de Natal?

Por norma almoçamos em casa do irmão e convivemos um pouco. Depois passamos em casa dos sogros onde lanchamos, embora ainda estejamos todos a abarrotar, convivemos mais um pouco com eles, com os cunhados e sobrinhas. Finalmente chegamos a casa já de noite cansados mas com o espírito cheio de amor.

 

Vou nomear:

Vâniaomeumaiorsonhopequenosencantos

 

Pensavam que eles andavam melhores?

De certo têm estranhado a ausência de post sobre a traquinices dos gémeos. Certamente pensaram que andavam mais sossegados mas desenganem-se. Os pestinhas continuam a fazer das suas traquinices. O Salvador é de longe o pior. Tivemos que lhes tirar a caixa de plástico onde guardávamos os brinquedos porque usava a caixa para subir par cima de tudo. Ainda ontem fui dar com ele em pé em cima de uma cadeira, quando olhei vi a dita caixa ao pé dos pés da cadeira e percebi como é que tinha subido.

Está feito um trepador nato. Vejam só que faz para chegar ao fogão.

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Só posso dizer que a gaveta é boa. O Santiago vê o irmão e tenta imitá-lo, já não é a primeira vez que dou com os dois em cima da gaveta.

Ontem deparei-me com o Salvador a brincar com um tubo de borracha. Fiquei, uns momentos sem saber onde é que o tinha arranjado até que vi que o tinha arrancado da parte de trás da máquina de secar.

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 Primeiro pensei que me tinha estragado a máquina mas afinal apenas tirou o tudo do lugar. O marido colocou-o no sitio e a máquina está ok. Por enquanto, as traquinices não se traduziram em mais despesas.

Nem de férias!

Pensava que as férias me iriam proporcionar o descanso necessário para por em ordem esta cabeça. No entanto, estas aproximam-se do fim e eu não detecto melhoras. Ainda ontem fui ao supermercado aviar meia dúzia de coisas que nos faltavam cá em casa. Não, não me esqueci de comprar nada, consegui chegar à caixa com tudo o que precisava. O problema começou quando abri a carteira para pagar.

Como fui a pé ao supermercado, que fica ao pé de casa, levei apenas a carteira das moedas na qual coloquei os cartões multibanco. Ora quando abri a carteira apercebi-me que tinha pego os cartões de refeição (que já estavam quase  a zeros) em vez do multibanco. Comecei logo a entrar em stress porque sabia que não tinha dinheiro suficiente para pagar. Expliquei a situação à menina da caixa, fui consultar os saldos dos respectivos cartões no multibanco, em frente, e gastei os saldos remanescentes. De seguida contei os trocos todos que tinha e mesmo assim não chegava.

Demorei uma eternidade na caixa, coisa que detesto fazer, afinal as outras pessoas não têm culpa da minha cabeça sem tino. O senhor que estava a trás de mim ofereceu-se para pagar o que faltava e eu depois dava-lhe o dinheiro quando o visse. Olhei para o senhor, nunca o tinha visto na vida pelo que o mais certo era nunca mais o ver pelo que não aceitei. Disse a rapariga da caixa que ia a casa buscar o euro e trinta que me faltava, ela disse-me que levasse as compras e depois dava-lhe o dinheiro. Sai do supermercado super envergonhada. Claro que, cheguei a casa e voltei logo atrás para pagar o que faltava, não se fosse dar o caso de me esquecer. A moça da caixa ainda me agradeceu a atenção, qual atenção? Eu é que só tenho a agradecer a simpatia e disponibilidade dela. Acabou por me dizer que é uma situação que vê quase diariamente mas isso não me animou.

Depois ao fim do dia fui buscar os miúdos à escola. O Guilherme deu-me uma folha que tinha a letra da musica para a festa de hoje. Não sei como é que fiz aquilo, pensei que pousei a folha em cima do banco para os ajudar a por as mochilas no carro e quando olho a folha estava a boiar numa poça de água lamacenta. Resgatei a folha, coloquei-a ao pés do banco de trás e ficou a secar. Hoje até não estava muito mal, um pouco enrugada e amarelada mas é o melhor que se pode arranjar.

Quando os fui pôr à escola hoje de manhã parei na padaria para comprar pão. Estava a dar indicações ao Gui sobre que pão comprar quando percebi que não tinha a carteira dos trocos. Fui então eu levantar dinheiro e comprar pão. Deixei os miúdos na escola mas não conseguia deixar de pensar onde raio estava a carteira. Não é que tivesse muito dinheiro mas tinha os tais cartões de refeição e iria ser uma chatice ter que os fazer de novo. Cheguei a casa e revolvi tudo À procura da carteira, acabei por a encontrar dentro da mochila da piscina. Não me perguntei porque é que a pus lá dentro, não faço a mais pequena ideia.

Moral da história: preciso de mais férias!