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Quatro Reizinhos

Uma mãe obsessiva, um pai muito stressado e 4 filhotes. O mais velho hiperativo, o segundo com um feitio muito particular e dois bebes gemeos. Tanta cabeça debaixo do mesmo tecto não pode dar coisa boa.

Que confusão!

Isto por aqui está confuso. Temos duas Catarinas, duas Cláudias e três Susanas o que dificulta muito quando existem telefonemas para alguém com este nome. Por norma as pessoas ligam e dizem que querem falar com a Susana, perguntamos o sobrenome e a pessoa não sabe, fantástico vamos lá tentar adivinhar para que é.

Agora começamos a receber telefonemas em que nos misturam os nomes. Do tipo pedem para falar com a Catarina F. Ora temos a Catarina R, a Catarina C e nada de Catarina F, temos sim uma Susana F.

Confusos? Também nós.

Há pouco atendi uma chamada em que a Sr.ª. me pediu para falar com uma Ana M.

- Não temos ninguém com esse nome temos uma Andreia M.

- Sim é mesmo com essa senhora.

- Pode dizer-me quem fala

- Ana M.

Então a senhora  chamava-se Ana M e queria falar com a Ana M ?????

A sério? Chego a um ponto que começo a duvidar da minha sanidade mental. Por vezes fico a pensar se é a minha imaginação que me prega partidas

 

Aniversário da prima

No domingo festejamos o primeiro aniversário da minha sobrinha. Custa a crer que já passou um ano, ainda ontem  a fui conhecer à maternidade. A minha cunhada esmerou-se na festa. Ela e uma amiga fizeram um trabalho fantástico com o bolo que além de bonito estava muito saboroso.

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 Os meus meninos divertiram-se muito. Especialmente a experimentar os brinquedos novos da prima.

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Adoraram o carrinho, não fossem eles rapazes. Fui dar com o Salvador a alçar a perna para se tentar sentar sozinho como faz ao que tem em casa. A diferença é que o que temos em casa não tem as protecções laterais.

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Lá consegui tirar uma foto aos quatro. Não ficou perfeita mas é quase impossível ter os quatro quietos. Seguimos da festa para casa da prima e lá passamos o resto da tarde. Acabamos por chegar a casa perto das 20H, todos de rastos mas satisfeitos pelo convívio.

Queijo é tão viciante como as drogas

Isto está tudo doido. Estamos constantemente a ser expostos a noticias sobre o que comemos.

Ontem li: "que o  queijo cria dependência por causa de um ingrediente chamado caseína, uma proteína presente em todos os produtos lácteos. Durante a digestão, a caseína liberta uma substância que provoca efeito semelhante aos opiáceos, porque estimulam os receptores de dopamina – a hormona responsável pela sensação" podem ler a noticia completa aqui

Depois li também sobre a grande polémica das carnes processadas serem potencializadoras de cancro e pus-me  a pensar o que podemos comer afinal?

Ora as vacas andam loucas, as aves com gripe, os peixes estão cheios de metais pesados, o leite já não deve ser consumido, o queijo é tão viciante como a cocaína, a casca da fruta agora faz mal, a agua está cheia de químicos....

Afinal o que é que ainda é seguro comer?

Sim a OMS recomenda que consumamos mais carnes brancas em vez das vermelhas. Mas expliquem-me por favor como é que frango que é criado num aviário a base de ração é saudável. Sabem que a ração é feita com 10% de carne de frango. Então temos frangos a comer frangos. Não admira que nasçam num dia e passado meia dúzia de dias estejam prontos a ser consumidos.

Haverá quem pense que então o melhor será comer produtos biológicos. Eu pergunto: como temos a certeza que são biológicos? Temos assistido a uma série de informação sobre produtos fraudulentos neste sector. Como podemos ter a certeza que o produto é mesmo biológico?

Então vamos consumir só produtos que sejam cultivados por alguém que conheçamos. Daqueles que têm uma hortinha. Sim é uma alternativa mas estas hortas são regadas como? Com água canalizada que sabemos estar cheia de produtos tóxicos. Com água de furos ou poços que muitas vezes são piores que a água canalizada. Com água da chuva que quando desde pela atmosfera arrasta consigo poeiras tóxicas.

Relembro-me que quando tive a tirar o meu curso de qualidade alimentar, uma das professoras nos disse que passaríamos por uma fase em que iríamos quase deixar de comer. Rimos mas a verdade é que assim foi. Começamos a olhar para as coisas com outros olhos. Isto pode ter salmonela, isto pode ter staphtlococcus aureus, isto está cheio de sulfitos, isto de nitratos...

Até que depois, aos poucos, recomeçamos a comer. As coisas continuam a ter, ou a poder ter, aquilo tudo de que tínhamos medo mas passamos a aceitar correr o risco de apanhar ou não alguma doença de cada vez que comemos.

No fundo acho que das duas uma. Ou deixamos de comer, beber, respirar ( o ar está poluído, lembrem-se do caso da legionella) e morremos já. Ou vivemos perigosamente na perspectiva de poder ou não desenvolver uma doença.

Eu escolho viver perigosamente. Escolho fazer uma alimentação o mais equilibrada possível por acho que assim é que deve ser.