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Quatro Reizinhos

Uma mãe obsessiva, um pai muito stressado e 4 filhotes. O mais velho hiperativo, o segundo com um feitio muito particular e dois bebes gemeos. Tanta cabeça debaixo do mesmo tecto não pode dar coisa boa.

A arte esquecida de escrever uma carta

Ontem, assim que cheguei a casa, fui requisitada pelo Leonardo. Tinha estado a fazer os trabalhos e queria que eu visse se estavam bem. Perguntei-lhe o que era o trabalho e explicou-me que tinha que escrever uma carta. Fiquei curiosa e assim que comecei a ler percebi que era ainda melhor do que eu tinha pensado. 

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Adorei cada palavra do principio ao fim e vi o amor que sente pelo irmão. Senti que as palavras têm muito mais força quando são escritas numa folha de papel. Quando as dizemos em voz alta são ouvidas, absorvidas mas depressa são esquecidas. Quando as colocamos em papel duram toda uma vida. 

 

O momento preferido do dia

O momento preferido continua a ser o do banho e quantos mais melhor. Nós pais temos que fazer grandes negociações sobre quem toma banho com quem porque já não cabem os quatro na banheira. Na ultima vez aproveitei que o Leonardo tinha ido à piscina e permiti um banho a três. Foi a loucura, não só tomaram banho como me lavaram a casa de banho toda.

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Não resisti a partilhar

No sábado o Leonardo fez anos pelo que convidámos alguns amigos para passar o dia connosco. O dia correu bem, tão bem que estivemos tão entretidos a conviver que nem nos lembramos de tirar fotos. Peguei na máquina apenas na hora de cantar os parabéns e tirei meia dúzia de fotos. Hoje fui ver se tinham ficado alguma coisa de jeito e deparei-me com esta.

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Não pude deixar de sorrir ao ver este abraço cúmplice entre irmãos. Têm um ar tão feliz assim abraçados que não resisti a partilhar este momento convosco.

Um laço que se vai estreitando com o tempo

À medida que crescem cresce também o laço que os une. Vejo os quatro brincarem cada vez mais. Ouço quatro gargalhadas distintas cheias de cumplicidade. Andam sempre uns atrás dos outros e até fazer trabalhos se tornou complicado porque os gémeos não querem sair de ao pé deles. Se os tentamos deixar ao pé, os mais velhos distraem-se e não fazem nada de jeito. Se fechamos a porta para os mais velhos fazerem os exercícios os pequenos choram e gritam enquanto tentam forçar a entrada, o que resulta em que ninguém se consiga concentrar.

Esta união têm coisas boas e coisas más mas mais boas do que más. Fico de sorriso nos lábios quando os vejo andar que nem sombras uns dos outros. Ainda hoje, os mais velhos foram tomar o pequeno almoço e os pequenos tiveram que ir para ao pé deles. 

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Não importa que a televisão da sala estivesse a dar os mesmos bonecos. Não importa que o chão esteja frio e seja rijo. A única coisa que importa é estarem todos juntos.